Bolívia

Atrações em Bolívia

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  1. La Cancha

    O principal mercado da cidade é o enorme La Cancha, que é também um dos lugares mais movimentados, caóticos, claustrofóbicos e exaustivos do país. Lá você encontra tudo que se pode imaginar, inclusive trombadinhas.

    A área maior e mais acessível é a do Mercado Cancha Calatayud, que se estende sobre um vasto terreno na Av. Aroma, ao sul, a caminho da antiga estação de trem. Aqui estão as melhores oportunidades de ver como os habitantes locais se vestem, de forma muito diferente da de Altiplano.

    Já o Mercado de Ferias se espalha ao redor da antiga estação de trem. As artesanías (lojas de artesanatos locais) ficam concentradas ao longo das alamedas perto do cruzamento das ruas Tarata e Acre, na ponta sul do mercado. Frutas e legumes são vendidos na praia da Laguna Alalay, no sudeste da cidade. 

  2. Museo Arqueológico

    O Museo Arqueológico proporciona um excelente panorama das muitas culturas indígenas da Bolívia. A coleção é dividida em três seções: uma arqueológica, uma etnográfica e uma paleontológica. A primeira abrange, sobretudo, a cultura indígena da região de Cochabamba. Procure pela seção dedicada a Tiwanaku; os seus xamãs costumavam cheirar um pó alucinógeno por meio de elegantes tubos de ossos. A coleção etnográfica reúne material das culturas amazônica e de Chaco, com exemplos de escrita não alfabética do século 18, adotada como uma forma de ensinar o Cristianismo a indígenas iletrados. A coleção paleontológica lida com restos fossilizados de diversas criaturas que já povoaram o interior do país. Há boa quantidade de informações em espanhol e um guia que fala  inglês às vezes está lá à tarde. 

  3. Museus da Calle Jaén

    (ingresso combinado B$4) Estes quatro museus pequenos e interessantes ficam juntos ao longo da Calle Jaén, a mais fina rua colonial de La Paz, e podem ser desbravados em uma visita. Compre ingressos no Museo Costumbrista.

    Também conhecido como Museo del Oro (Museu do Ouro), o Museo de Metales Preciosos abriga quatro salas impressionantes, com peças pré-colombianas em prata, ouro e cobre de Tiwanaku.

    Às vezes chamado de Museo de la Guerra del Pacífico, o pequenino Museo del Litoral incorpora relíquias desde a guerra de 1884, na qual a Bolívia perdeu o litoral, hoje parte do Chile. A coleção consiste, principalmente, de mapas históricos que exibem reivindicações passionais a Antofagasta e à Segunda Región do Chile.

    Antigo lar de Pedro Domingo Murillo, um líder da Revolução de La Paz, ocorrida em 16 de julho de 1809, a Casa de Murillo tem coleções de arte colonial e móveis, tecidos, e instrumentos musicais, além de utensílios domésticos de vidro e prata que pertenceram um dia à aristocracia boliviana. Entre outras atrações, há, ainda, uma coleção de miniaturas alasitas.

    O Museo Costumbrista Juan de Vargas reúne objetos de arte e fotos, assim como belos objetos de arte e fotos, além de maquetes de cerâmica da velha La Paz. Uma delas representa o akulliko, a hora de mascar a coca; outra retrata as festividades do Día de San Juan Bautista, em 24 de junho; há ainda a que mostra o enforcamento de Murillo, em 1810. Também em exibição, você encontra artefatos coloniais e bonecas coloridas com roupinhas tradicionais. Para completar, há um agradável café. 

  4. Tupac Katari Mirador

    Para uma bela vista de La Paz, pegue um táxi para o Tupac Katari Mirador, situado na ponta do desfiladeiro que desce até o vale onde fica La Paz. Era – e ainda é – um sítio inca sagrado, e um altar de rituais, no qual se acredita que Tupac Katari fora derrotado e esquartejado por colonizadores. Estes construíram e instalaram uma estátua do Cristo no mesmo lugar, o que não impediu que os habitantes locais continuassem a realizar ali os seus rituais.

    Ao redor do mirador (mirante) e à distância alcançada pelo olho, há uma longa fila de barracas azuis, distintas apenas pelo número. Essas são as casas dos curanderos ou yatiris, que dão sábios conselhos. Atenção: o conselho de um yatiri é levado extremamente a sério, por isso seja respeitoso – tanto fotos quanto encontros turísticos não são apropriados nem bem-vindos.