China

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  1. Stockton

    Stockton evoca o ambiente de um clube privado da Londres vitoriana, com seus sofás Chesterfield, painéis de madeira escura e um ou outro candelabro. Tudo é arrumado de forma inteligente a formar cantos intimistas ideais para bebericar coquetéis à base de rum e whisky com um acompanhante. Nos fins de semana, faça uma reserva se a sua intenção for chegar após as 21h.

    Do grande portão de ferro que fica diagonalmente oposto ao Fringe Club, dê três passos para a esquerda e vire à esquerda seguindo por uma ruela. Vá até o final e suba as escadas até o Stockton.

  2. Taichi

    Deixe mestres animados mostrarem a você como “abanar as mãos como se fossem nuvens” com a vista deslumbrante das docas de Victoria Harbour de fundo, no lado de fora do Museum of Art. O taichi, ou “boxe da sombra”, supostamente deixa a mente mais alerta e o coração, mais saudável. É só aparecer. 

    Valor: a partir de HK$50

  3. Templo de Man Mo

    Um dos mais antigos de Hong Kong e monumento declarado, o atmosférico Templo de Man Mo é dedicado ao deus da literatura (“Man”), aqui segurando um pincel para escrever, e ao da guerra (“Mo”), de espada em punho. Construído em 1847, durante a dinastia Qing, por abastados mercadores chineses, o templo era, além de local de culto, um tribunal de arbitragem para litígios locais quando as relações de confiança entre os chineses e os colonizadores tornavam-se precárias. Juramentos feitos nesse templo taoista – frequentemente acompanhados pelo ritual de decapitação de um galo – eram aceitos pelo governo colonial.

    No lado de fora da entrada principal, estão quatro placas douradas apoiadas em varas, que costumavam ser carregadas durante procissões. Duas descrevem os deuses cultuados no lado de dentro, uma pede silêncio e respeito dentro da propriedade do templo, e a última aconselha mulheres que estejam menstruadas a se manterem afastadas do saguão principal. No interior do templo, estão duas liteiras do século 19 com relevos intricados, que costumavam carregar os dois deuses durante os festivais.

    Emprestando a atmosfera atraente e esfumaçada ao templo, estão fileiras de espirais marrons suspensas do teto, como se fossem cogumelos esquisitos num jardim de cabeça para baixo. São incensos queimados como oferendas pelos fiéis.

    Ao lado, fica o Lit Shing Kung, o “palácio dos santos”, um local de culto de outras divindades budistas e taoistas. Um outro edifício, Kung Sor (“local público de reuniões”), costumava ser usado para resolver disputas dentro da comunidade chinesa antes da introdução do sistema judiciário moderno. Na porta, um dístico implora aos que entram para que deixem seus interesses egoístas e preconceitos do lado de fora. Videntes convidam você a entrar.

  4. Trilha Natural Pat Sin Leng

    Esta excelente trilha de 4.4km de comprimento, que costuma levar entre 2h e 2h30, tem início no Plover Cove Country Park Visitor Centre, em Tai Mei Tuk, e segue na direção nordeste por 4km, até Bride’s Pool – há placas numeradas de 1 a 22, portanto poucos riscos de você se perder. O cenário é excelente e as duas cachoeiras de Bride’s Pool são maravilhosas, mas o lugar fica lotado nos fins de semana.

    Você pode voltar a pé para Tai Mei Tuk via Bride’s Pool Rd, ou pegar o micro-ônibus verde 20C, que para em Tai Mei Tuk antes de prosseguir até a estação ferroviária de Tai Po Market East Rail.

    Aqueles em busca de uma caminhada mais puxada podem começar pelo estágio nº 9 da Wilson Trail em Tai Mei Tuk, no Reservatório de Plover Cove, e seguir na direção oeste pela cadeia íngreme de montanhas de Pat Sin Leng até Wong Leng Shan (639m). A trilha então prossegue pelo oeste até o Reservatório de Hok Tau e Hok Tau Wai (12km, 4h).