China

Atrações em China

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  1. Lui Seng Chun

    Abraçando uma esquina fica esta bela “casa e loja” de quatro andares, de propriedade de uma escola de medicina chinesa. Edifício histórico (de cerca de 1931), apresenta uma mistura de estilos arquitetônicos chineses e europeus – varandas profundas, balaustres em forma de urna e outras interpretações extravagantes do estilo de uma villa italiana neoclássica. O térreo, que tem uma loja de chás de ervas, é aberto ao público. Passeios guiados gratuitos até a clínica do andar de cima estão disponíveis mediante registro. São em cantonês, mas os objetos exibidos têm etiquetas bilíngues.

    Um passeio em inglês pode ser organizado para grupos de mais de quatro pessoas. Marque uma consulta se quiser que um médico chinês meça a sua pulsação.

  2. O Mosteiro dos 10.000 Budas

    Vale a pena subir o morro para visitar este curioso templo, 500m ao noroeste da estação de Sha Tin. Construído na década de 1950, o complexo tem, na verdade, mais de 10.000 budas. Cerca de 12.800 estátuas em miniatura revestem as paredes do templo principal, e dezenas de estátuas douradas de seguidores do Buda, em tamanho natural, ladeiam a escadaria íngreme que leva ao complexo do mosteiro. Há diversos templos e pavilhões distribuídos por dois níveis, assim com um templo pagode de nove andares.

    Para chegar ao mosteiro, use a saída B da estação de Sha Tin e desça a rampa, passando por uma série de casas tradicionais da Vila de Pai Tau à esquerda. Vire à esquerda e entre na Pai Tau St, depois à direita e siga pela Sheung Wo Che St. No final dessa rua, uma série de placas em inglês mandam você seguir à esquerda, ao longo de um caminho de concreto e em meio a bambuais, até o primeiro dos cerca de 400 degraus que conduzem ao mosteiro.

  3. Templo de Man Mo

    Um dos mais antigos de Hong Kong e monumento declarado, o atmosférico Templo de Man Mo é dedicado ao deus da literatura (“Man”), aqui segurando um pincel para escrever, e ao da guerra (“Mo”), de espada em punho. Construído em 1847, durante a dinastia Qing, por abastados mercadores chineses, o templo era, além de local de culto, um tribunal de arbitragem para litígios locais quando as relações de confiança entre os chineses e os colonizadores tornavam-se precárias. Juramentos feitos nesse templo taoista – frequentemente acompanhados pelo ritual de decapitação de um galo – eram aceitos pelo governo colonial.

    No lado de fora da entrada principal, estão quatro placas douradas apoiadas em varas, que costumavam ser carregadas durante procissões. Duas descrevem os deuses cultuados no lado de dentro, uma pede silêncio e respeito dentro da propriedade do templo, e a última aconselha mulheres que estejam menstruadas a se manterem afastadas do saguão principal. No interior do templo, estão duas liteiras do século 19 com relevos intricados, que costumavam carregar os dois deuses durante os festivais.

    Emprestando a atmosfera atraente e esfumaçada ao templo, estão fileiras de espirais marrons suspensas do teto, como se fossem cogumelos esquisitos num jardim de cabeça para baixo. São incensos queimados como oferendas pelos fiéis.

    Ao lado, fica o Lit Shing Kung, o “palácio dos santos”, um local de culto de outras divindades budistas e taoistas. Um outro edifício, Kung Sor (“local público de reuniões”), costumava ser usado para resolver disputas dentro da comunidade chinesa antes da introdução do sistema judiciário moderno. Na porta, um dístico implora aos que entram para que deixem seus interesses egoístas e preconceitos do lado de fora. Videntes convidam você a entrar.