Cochabamba

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  1. Arte Andino

    Ponchos e outros artigos produzidos localmente são vendidos em algumas lojas. Tente a cooperativa Arte Andino.

  2. Black Jack

    Néon e música alta. Tem uma mesa de bilhar e tragos (drinques) baratos para os que gostam das coisas simples da vida. 

  3. Casa de Campo

    Um clássico de Cochabamba, esse restaurante alegre, com uma parte ao ar livre, é um ponto de encontro tradicional, onde se come, se conversa e se joga cacho (dados). Há uma grande variedade de pratos bolivianos e carnes grelhadas, e a comida é boa (e bem farta), mas a atmosfera despretensiosa e animada é ainda a sua maior atração. 

  4. Fremen Tours

    Organiza excursões locais e viagens de boa qualidade para Chapare, Amazônia e Salar de Uyuni.

  5. Gran Hotel Cochabamba

    Oficialmente o melhor hotel de Cochabamba, essa beleza de cinco estrelas fica pertinho da Iglesia de la Recoleta e ocupa o mesmo edifício histórico que já abrigou o primeiro hotel da cidade. É sofisticado e elegante, possui um lindo pátio e ainda consegue ter um serviço simpático e informal, que falta à maior parte dos estabelecimentos dessa categoria. 

  6. Hotel Diplomat

    Embora o Diplomat, um elegante hotel de negócios, tenha serviço eficiente, a sua atmosfera esnobe pode parecer antipática para alguns. Há lindas vistas dos quartos mais bem situados. A localização também é boa, na Av. Ballivián, conhecida como “El Prado” – um centro de compras e bares. Oferece transfer gratuito de/para o aeroporto. 

  7. Kropl’s Bierhaus

    Cerveja caseira, atmosfera animada e petiscos Tex-Mex tornam esse um bom destino para passar o tempo. 

  8. La Cancha

    O principal mercado da cidade é o enorme La Cancha, que é também um dos lugares mais movimentados, caóticos, claustrofóbicos e exaustivos do país. Lá você encontra tudo que se pode imaginar, inclusive trombadinhas.

    A área maior e mais acessível é a do Mercado Cancha Calatayud, que se estende sobre um vasto terreno na Av. Aroma, ao sul, a caminho da antiga estação de trem. Aqui estão as melhores oportunidades de ver como os habitantes locais se vestem, de forma muito diferente da de Altiplano.

    Já o Mercado de Ferias se espalha ao redor da antiga estação de trem. As artesanías (lojas de artesanatos locais) ficam concentradas ao longo das alamedas perto do cruzamento das ruas Tarata e Acre, na ponta sul do mercado. Frutas e legumes são vendidos na praia da Laguna Alalay, no sudeste da cidade. 

  9. Museo Arqueológico

    O Museo Arqueológico proporciona um excelente panorama das muitas culturas indígenas da Bolívia. A coleção é dividida em três seções: uma arqueológica, uma etnográfica e uma paleontológica. A primeira abrange, sobretudo, a cultura indígena da região de Cochabamba. Procure pela seção dedicada a Tiwanaku; os seus xamãs costumavam cheirar um pó alucinógeno por meio de elegantes tubos de ossos. A coleção etnográfica reúne material das culturas amazônica e de Chaco, com exemplos de escrita não alfabética do século 18, adotada como uma forma de ensinar o Cristianismo a indígenas iletrados. A coleção paleontológica lida com restos fossilizados de diversas criaturas que já povoaram o interior do país. Há boa quantidade de informações em espanhol e um guia que fala  inglês às vezes está lá à tarde. 

  10. Sustainable Bolivia

    Essa organização sem fins lucrativos sediada em Cochabamba reúne uma variedade de atividades de voluntariado, de curto ou longo prazo, por meio de 22 filiais locais. 

  11. Tunari

    Com a distinção de ser o mais antigo restaurante da cidade, esse favorito dos habitantes locais é especializado naquelas comidas que ou se ama ou se odeia: rim grelhado (reconhecido localmente como uma cura para qualquer ressaca), tripa e chorizo bem saboroso. Mas se miúdos e afins não são a sua praia, há também outros pratos típicos de Cochabamba.