Espanha

Todas em Espanha

  1. Hotel Axel

    Preferido de gente fashion e gays, o Axel ocupa um elegante edifício de esquina e foi completamente remodelado em 2010. Tem 150 quartos de design, com toques modernos, cores suaves, TVs de plasma e camas tamanho king (nos quartos duplos). Descanse na piscina da cobertura, na sauna finlandesa ou no banho do spa. O Skybar, na cobertura, fica aberto para coquetéis de maio a setembro.

  2. Hotel Banys Orientals

    Tons de azul combinam com o assoalho de madeira escura, dando a esse lindo hotel boutique um encanto discreto. Todos os quartos (pequenos, mas impecáveis) têm vista para as travessas ao redor. 

  3. Hotel Colón

    A privilegiada localização, em frente à catedral, confere a esse hotel uma graça especial. Oferece vários tipos de quartos (142 no total), desde modestos aposentos para solteiros até elegantes quartos duplos e suítes. A decoração varia consideravelmente (de assoalhos de madeira a carpetes). Os quartos do último andar, com terraço, são maravilhosos (e saem por cerca de 300 euros).

  4. Hotel Meninas

    Um designer de interiores certamente fez desse ambiente sua obra-prima. O esquema de cores tem preto, branco e cinza, com piso de madeira escura e toques de fúcsia e verde-limão. Todos os quartos têm TV de tela plana e acesso à internet (alguns têm até laptop). 

  5. Jamboree

    Muito antes de Franco dizer adiós a este mundo, Jamboree já alegrava os fãs de jazz de Barcelona apresentando shows com artistas do calibre de Chet Baker e Ella Fitzgerald. Hoje, os shows geralmente começam às 23 horas, embora também sejam frequentes sessões às 21 horas. Quando terminam as apresentações ao vivo, em torno das 2 horas, Jamboree se transforma em discoteca e o som que se ouve varia inevitavelmente do hip hop, funk ao r&b.

  6. La Rambla

    Carcado por ruas de tráfego restrito e plátanos, o meio da Rambla é um largo bulevar para pedestres, lotado todo dia até a madrugada por uma mistura de barcelonins e turistas. Pontuada de cafés, restaurantes, quiosques e bancas de jornais, e animada por artistas de rua, mímicos e estátuas vivas, a Rambla é diversão eterna.

    Seu nome vem do córrego (raml, em árabe) sazonal que havia aqui. A partir do início da Idade Média era mais conhecido como Cagalell (Córrego de Merda) e até o século XIV ficou fora dos muros da cidade. Prédios monásticos foram então construídos e subsequentemente, do século XVI ao início do século XIX, surgiram as mansões das famílias ricas. Extraoficialmente, a Rambla é dividida em cinco partes, o que explica algumas pessoas a chamarem de Las Ramblas:

    1. La Rambla de Canaletes: é o ponto de encontro dos torcedores do FC Barcelona quando o time ganha um campeonato.  O nome foi dado graças a uma fonte de água potável da virada do século XX. Hoje, muitas pessoas afirmam que quem bebe da fonte vai voltar a Barcelona.
    2. La Rambla dels Estudis ou La Rambla dels Ocells: conhecido por seu mercado de pássaros (ocells).
    3. La Rambla de Sant Josep ou La Rambla de les Flors: é repleta de barraquinhas de flores. É nessa parte que se encontra o agitado mercado de alimentos Mercat de la Boqueria,
    4. La Rambla dels Caputxins ou La Rambla del Centre: ao sul dessa parte, no lado leste, a Rambla se torna mais barra-pesada, com ocasionais clubes de strip-tease e peep show.

    La Rambla de Santa Mônica: o nome vem do convento de Santa Mônica, que hoje abriga uma galeria de arte e o Centre d’Art Santa Mônica.

  7. La Sagrada Família

    A obra-prima inacabada de Gaudí é uma das igrejas mais visitadas da Europa, e não à toa. Ela inspira medo e fascínio com sua enorme verticalidade e com todo o minucioso trabalho (cenas bíblicas esculpidas, principalmente) que cobrem a sua fachada. Dentro, o ambiente é um pouco futurista, lembrando uma nave espacial. Seu término está previsto para alguma data entre 2020 e 2040.

  8. Madrid Vision

    Ônibus panorâmico, com embarque e desembarque nos principais pontos turísticos da cidade. Há informações sobre ele disponíveis em escritórios de turismo e hotéis. 

  9. Madrid Xanadú

    O maior centro de esqui coberto da Europa. Aberto o ano todo, é mantido constantemente a -2ºC. No mesmo complexo, há ainda cinemas e restaurantes.

  10. Mercat de la Bosqueria

    Um dos maiores mercados de alimentos e outros produtos do mundo.  Dê uma volta, apenas, ou se entregue aos sabores locais e internacionais. 

  11. Museo del Prado

    Um dos mais importantes museus de arte do mundo, com mais de 1,5 mil pinturas expostas, entre as quais a mundialmente conhecida Las Meninas, de Velázquez, e Las Pinturas Negras, de Goya.

  12. Palacio Gaviria

    Um palácio recentemente restaurado tornou-se uma das danceterias mais populares de Madri, reunindo jovens afoitos em longas filas. Às quintas-feiras, a noite é dos estudantes internacionais, e toca música house – as relações exteriores nunca foram tão divertidas!

  13. Parc d’Atraccions

    A maioria dos barcelonins vem para Tibidabo em busca de emoção neste parque de diversões próximo à estação do funicular no alto da montanha. Entre as principais atrações está a imensa Muntanya Russa, que permite admirar vistas maravilhosas de seus pontos mais altos, antes de mergulhar a 80 Km/h no meio da mata. Mas também há opções mais suaves, como o cinema 3D e uma miniatura de trem a vapor.

  14. Park Güell

    Ao norte de Grácia e cerca de 4 Km da Plaça de Catalunya, o Park Güell é fruto da experiência de Gaudí com o paisagismo. É um lugar estranho e encantador, onde a paixão de seu criador pelas formas naturais realmente alçou voo – a ponto de o artificial quase parecer mais natural que o próprio natural.

    O Park Güell nasceu em 1900, quando o conde Eusebi Güell comprou uma colina arborizada fora de Barcelona e contratou Gaudí para criar ali uma cidade miniatura com residências para os ricos. Fracasso comercial, o projeto foi abandonado em 1914. Mas, antes disso, Gaudí criou – em seu estilo inimitável – 3 Km de estradas e passeios, degraus, uma praça e duas portarias. Em 1922, a cidade comprou o terreno para transformá-lo em parque público.

    Na parte interna, logo depois de passar pela entrada principal na Carrer d’Olot – imediatamente reconhecível pelas duas portarias “João e Maria” –, fica o Centre d’Interpretac no Pavelló de Consergeria, antiga casa do zelador cheia de curvas que hoje abriga uma mostra sobre os métodos de construção de Gaúdí e a história do parque. Há belas vistas no último andar.

    A partir da entrada, degraus protegidos por um dragão/lagarto coberto por mosaicos (cópias são vendidas em lojas de suvenir da cidade) levam à Sala Hipóstila (também conhecida como Templo Dórico), uma floresta com 88 colunas de pedra (algumas inclinadas como árvores que se curvam com o peso do tempo) inicialmente planejada para ser um mercado. À esquerda há uma galeria cujo teto e colunas de pedra retorcidas dão o efeito de um claustro sob as raízes das árvores – um tema que se repete em muitos lugares do parque. Sobre a Sala Hipóstila fica o amplo espaço aberto cujo destaque é o Banc de Trencadís, banco de ladrilhos que se curva sinuosamente seguindo seu perímetro, que foi projetado por um dos colegas mais próximos de Gaudí, o arquiteto Josep Maria Jujol (1879-1949).

    A construção á direita é a casa-Museu Gaudí, onde ele viveu a maior parte de seus últimos 20 anos (1906-1926). Ela contém mobília feita por ele.

    A maior parte do parque ainda está revestida de vegetação, mas há muitas trilhas. As melhores vistas são do cruzeiro de Turó del Cavari, no canto sudoeste.

    Saindo da estação Lesseps do metrô, placas indicam a direção do parque. Da estação Vallcarca, o caminho é um pouco mais curto e a ladeira é facilitada por escadas rolantes. O ônibus 24 deixa você em uma entrada próxima à parte alta do parque.

  15. Partida de futebol no Camp Nou

    Em Barcelona, o futebol tem a aura de uma religião, e para grande parte dos barcelonins torcer para o FC Barcelona (o Barça) é uma questão de fé. Assistir a uma partida no Camp Nou pode ser impressionante. Construído em 1957 e ampliado para a Copa de 1982, o estádio é um dos maiores do planeta, com capacidade para 93 mil pessoas.