Europa

Park Güell

  • Endereço
    • Carrer d’Olot 7
  • Horários
    • 10-21h jun-set, 10-20h abr, mai e out, 10-19h mar e nov, 10-18h dez-fev

  • Telefone
    • +34 93 413 24 00

Resenha da Lonely Planet

Ao norte de Grácia e cerca de 4 Km da Plaça de Catalunya, o Park Güell é fruto da experiência de Gaudí com o paisagismo. É um lugar estranho e encantador, onde a paixão de seu criador pelas formas naturais realmente alçou voo – a ponto de o artificial quase parecer mais natural que o próprio natural.

O Park Güell nasceu em 1900, quando o conde Eusebi Güell comprou uma colina arborizada fora de Barcelona e contratou Gaudí para criar ali uma cidade miniatura com residências para os ricos. Fracasso comercial, o projeto foi abandonado em 1914. Mas, antes disso, Gaudí criou – em seu estilo inimitável – 3 Km de estradas e passeios, degraus, uma praça e duas portarias. Em 1922, a cidade comprou o terreno para transformá-lo em parque público.

Na parte interna, logo depois de passar pela entrada principal na Carrer d’Olot – imediatamente reconhecível pelas duas portarias “João e Maria” –, fica o Centre d’Interpretac no Pavelló de Consergeria, antiga casa do zelador cheia de curvas que hoje abriga uma mostra sobre os métodos de construção de Gaúdí e a história do parque. Há belas vistas no último andar.

A partir da entrada, degraus protegidos por um dragão/lagarto coberto por mosaicos (cópias são vendidas em lojas de suvenir da cidade) levam à Sala Hipóstila (também conhecida como Templo Dórico), uma floresta com 88 colunas de pedra (algumas inclinadas como árvores que se curvam com o peso do tempo) inicialmente planejada para ser um mercado. À esquerda há uma galeria cujo teto e colunas de pedra retorcidas dão o efeito de um claustro sob as raízes das árvores – um tema que se repete em muitos lugares do parque. Sobre a Sala Hipóstila fica o amplo espaço aberto cujo destaque é o Banc de Trencadís, banco de ladrilhos que se curva sinuosamente seguindo seu perímetro, que foi projetado por um dos colegas mais próximos de Gaudí, o arquiteto Josep Maria Jujol (1879-1949).

A construção á direita é a casa-Museu Gaudí, onde ele viveu a maior parte de seus últimos 20 anos (1906-1926). Ela contém mobília feita por ele.

A maior parte do parque ainda está revestida de vegetação, mas há muitas trilhas. As melhores vistas são do cruzeiro de Turó del Cavari, no canto sudoeste.

Saindo da estação Lesseps do metrô, placas indicam a direção do parque. Da estação Vallcarca, o caminho é um pouco mais curto e a ladeira é facilitada por escadas rolantes. O ônibus 24 deixa você em uma entrada próxima à parte alta do parque.