Vilna

Atrações em Vilna

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  1. Galeria de Arte Nacional

    (Nacionalinė Dailės Galerija; adulto/criança 6/3Lt) Esse grande prédio na margen oposta do rio em relação ao centro velho guarda algumas das melhores obras de diversos artistas lituanos dos séculos 20 e 21 no interior amplo e minimalista. Note as marinhas de Ferdinandos Ruščicas, as esculturas de Jacques Lipchitz, os quadros cubistas de Vitautas Kairiiūkštis, o Stálin ensanguentado de Valentinas Antanavičius e uma pessoa submersa “Em Gordura” de Eglė Rakaistaitė. Há exposições temporárias no subsolo.

  2. Museu das Vítimas de Genocídio

    (Genocido Aukų Muziejus; adulto/criança 6/3Lt, audioguia 10Lt) Mais conhecido como “Museu da KGB”, esse
    prédio foi sede da KGB e prisão de 1940 a 1991. As exposições lidam com a opressão soviética do povo lituano, o movimento de resistência pós-Segunda Guerra (os “Irmãos da Floresta”) e a deportação em massa para a Sibéria. Entre os objetos pessoais de deportados estão um rosário feito de pão e um punhado de terra da Lituânia em um saco.
    O nome do museu é um pouco enganador, já que há pouca menção ao fato de que o lugar também foi sede da Gestapo entre 1941 e 1944 ou ao papel da Gestapo no genocídio de grande parte da população judaica (com a ajuda de colaboracionistas locais). A recente adição de uma pequena exposição do Holocausto em uma das celas é bem-vinda. No subsolo, observe a cela de água onde prisioneiros tinham que se equilibrar sobre um pequeno banco de metal acima de água gelada (às vezes por dias), a cela acolchoada e a câmara de execução (usada entre 1944 e os anos 1960).

  3. Portão do Amanhecer

    (Aušros Vartai) No limite do centro velho, o Portão do Amanhecer, do século 16, é o único dos nove portões originais das muralhas ainda intacto. Ele guarda a Capela da Abençoada Virgem Maria (6-19h, missa 9h, 10h, 17h30e 18h30 seg-sáb, mais 9h30 dom) e o “milagroso” ícone da Virgem Maria, preto e dourado (entre por uma pequena porta à esquerda).
    Presente do grão-duque Algirdas em 1363, ele é um dos ícones mais sagrados do catolicismo polonês e fiéis chegam aos bandos para murmurar uma prece. Aos domingos, as pessoas se juntam para a missa de rua em frente ao ícone acima do portão.